terça-feira, 19 de março de 2013
quinta-feira, 14 de março de 2013
11:07
No comments
Dra. Beatriz T. Busatto
Quando falamos de
música pensamos em pulsos, ritmos, tempos
e contratempos. Pensamos em melodia, harmonia, consonâncias e dissonâncias, durações do som, altura,
intensidade, timbres.
Com as emoções,
falamos também de ritmos, mas ritmos de ausências e presenças; de
silêncios, dos ruídos da dor e do prazer, do medo e da alegria e de como tudo
isso se coordena com o pensar, com o
corpo físico, com a sociedade. Pensando em música, psicanálise e emoções, temos
que considerar uma convergência de complexidades. Desse encontro resultará
certamente uma espiral de questões e de novas descobertas. As emoções e a música,
o universo sonoro e nossos pensamentos, estão inextricavelmente interligados. Por
isso é tão interessante que consigamos explorar qual o diálogo possível entre
estas áreas.
Indagações: a musicalidade poderia nos auxilia a
conhecer algo sobre as emoções, pensamentos e em última análise, sobre a existência
humana? E os conhecimentos psicanalíticos poderiam auxiliar os músicos em seu
fazer/pensar? Estes e muitos outros assuntos serão tratados nesse encontro que
se aproxima. Não deixe de participar!
“Psicanálise e Música: Em Cantos da Mente”
Em 16 de Março
Convidados
Dr. Raul Hartke (Analista Didata da SPPA)
Dra. Beatriz Troncon Busatto (Membro Efetivo da SBPRP)
Profª Dra. Yuka de Almeida Prado (FFCLRP-USP)
Palestras:
Dr. Raul Hartke: "Origens e transformações da música popular brasileira: do quintal ao Carnegie Hall - uma escuta psicanalítica"
Comentários da Sra. Maria Aparecida Sidericoudes Polacchini.
Dra. Beatriz Busatto: "Um encontro luminoso entre a Música e a Psicanálise"
Profa. Dra. Yuka de Almeida Prado e Sra. Myriam Vianna: "Cantos, Encantos e Emoções: um recital-palestra"
Valores:
Até 16/03 - R$ 120,00
Horário: 09:30h
Local: SBPRP - Sede da Sociedade Brasileira de Psicanálise
Se interessou e quer participar do Encantos? É fácil, basta clicar AQUI e se inscrever!
terça-feira, 12 de março de 2013
10:17
No comments
Myriam Vianna
Yuka de Almeida Prado
Quais são os
processos pelos quais uma canção nos faz emocionar? Na tentativa de desvelar
essa questão abordaremos este recital-palestra, pois as manifestações
emocionais mais profundas são expressas pela voz: a dor, o medo, a alegria, a
surpresa, o prazer, com uma variedade infinita de timbres vocais, que se
expressam instintivamente ao longo de nossas vidas até o suspiro final. A voz
cantada, que representa todos estes sentimentos, muitas vezes não expressos
pelas palavras, pode mover estruturas enraizadas, alçando dimensões onde talvez
nem mesmo a alta tecnologia e o conhecimento humano podem chegar. E
assim, para avaliar a emoção da canção, esta deve ser dimensionada em várias
esferas que se desdobram em: de quem a
compõe, de quem a executa e de quem a escuta.
A emoção
inicialmente parte de quem a compõe. Apresentaremos duas canções de Villa-Lobos
com o mesmo poema: as Japonesas de
1912 e 1917 abordando o processo
composicional de Villa-Lobos. O executante, ou intérprete também se emociona ao
cantar. Como ele pode dar forma à sua emoção na sua interpretação vocal? Será
demonstrada através da ária Tu che di gel sei cinta da ópera Turandot de Puccini e na Ave Maria de Caccini. É possível
descrever a emoção do intérprete? E por fim, será apresentada uma obra
japonesa, desconhecida do público em geral para voz e flauta, para que se possa
discutir sobre a emoção do ponto de vista do ouvinte, mesmo que o idioma seja
totalmente desconhecido.
Cantar é pensar
com o coração, assim as pesquisas decorrentes da performance em
canto nos fazem refletir no indizível, no mais profundo limiar da existência
humana.
Se interessou e quer participar do Encantos? É fácil, basta clicar AQUI e se inscrever!
#SAIBA MAIS!
“Psicanálise e Música: Em Cantos da Mente”
Em 16 de Março
Convidados
Dr. Raul Hartke (Analista Didata da SPPA)
Dra. Beatriz Troncon Busatto (Membro Efetivo da SBPRP)
Profª Dra. Yuka de Almeida Prado (FFCLRP-USP)
Palestras:
Dr. Raul Hartke: "Origens e transformações da música popular brasileira: do quintal ao Carnegie Hall - uma escuta psicanalítica"
Comentários da Sra. Maria Aparecida Sidericoudes Polacchini.
Dra. Beatriz Busatto: "Um encontro luminoso entre a Música e a Psicanálise"
Profa. Dra. Yuka de Almeida Prado e Sra. Myriam Vianna: "Cantos, Encantos e Emoções: um recital-palestra"
Valores:
16/03 na Sede da SBPRP - R$ 120,00
Horário: 09:30h
Local: SBPRP - Sede da Sociedade Brasileira de Psicanális
domingo, 10 de março de 2013
19:17
No comments
Olá,
Hoje a partir de
uma breve entrevista com os membros Alessandra
Stocche e Marta Dominguez Sotelino nós teremos a oportunidade de saber um pouco sobre o evento "Música e Psicanálise: Em cantos da mente" e também sobre o
funcionamento atual da AMFIP.
Acompanhe a entrevista e se informe!
SBPRP: Como funciona a AMFIP?
“A AMFIP é uma associação interna, um espaço
para o membro filiado no qual ele exercita funções que mais tarde poderão ser
úteis como psicanalista. Ela funciona através da formação de uma Diretoria
eleita em Assembleia de Membros Filiados e ligada diretamente ao Instituto”.
S: Qual o objetivo e importância da AMFIP
dentro do Instituto?
“Seu objetivo é congregar os Membros Filiados na discussão dos seus problemas e no interesse da Formação Psicanalítica, promover cursos, manter intercâmbios com associações congêneres e entidades afins, divulgar a Psicanálise e representar seus associados junto ao Instituto”.
S: Quem poderia se associar e o que é preciso
para isso? Como congregar pessoas que ainda não estão "prontas"?
“Todos os Membros Filiados através de contribuição financeira regular. Congregamos pessoas através de Reuniões e Eventos promovidos pela Associação”.
S: Em Março, deve acontecer o evento "Musica
e Psicanálise", como foi a escolha do tema e a organização deste evento?
“A AMFIP só eventualmente promove eventos abertos ao público, como o “Encantos”. Esse evento foi ensaiado quando recebemos um convite do Departamento de música da Universidade de São Paulo pela Prof. Dra. Yuka de Almeida Prado para uma parceria no II colóquio internacional música e emoção. Naquele momento a gestão anterior da AMFIP, tinha terminado seu mandato e estávamos compondo a nova diretoria. Não tínhamos, ainda, recursos e organização suficientes para assumir tal parceria. Assim que iniciamos o curso teórico, começamos aula de coral ministrada pela Sra. Vania Lucas. Além disso, durante o Congresso da FEPAL em SP, quando nosso grupo assistia à palestra do Dr. Raul, ficamos encantadas com seu trabalho que relacionava musica e psicanálise. A partir dai, idealizamos esse evento que agora estamos concretizando”.
Se interessou e quer participar do Encantos? É fácil, basta clicar AQUI e
se inscrever! Até o dia 11/03 os participantes ainda pagam um preço
promocional.
#SAIBA MAIS!
“Psicanálise e Música: Em Cantos
da Mente”
Em 16
de Março
Convidados
Dr. Raul Hartke (Analista
Didata da SPPA)
Dra. Beatriz Troncon Busatto (Membro
Efetivo da SBPRP)
Profª Dra. Yuka de Almeida Prado (FFCLRP-USP)
Palestras:
Dr. Raul Hartke: "Origens
e transformações da música popular brasileira: do quintal ao Carnegie
Hall - uma escuta psicanalítica"
Comentários da Sra. Maria Aparecida
Sidericoudes Polacchini.
Dra. Beatriz Busatto: "Um
encontro luminoso entre a Música e a Psicanálise"
Profa. Dra. Yuka de Almeida Prado e Sra.
Myriam Vianna: "Cantos, Encantos e Emoções:
um recital-palestra"
Valores:
Até 11/03
- R$ 100,00
16/03 na Sede da SBPRP - R$ 120,00
Horário: 09:30h
Local: SBPRP - Sede
da Sociedade Brasileira de Psicanális
sexta-feira, 8 de março de 2013
14:39
No comments
Por Cristiane Sampaio
Mtb. 61.431
Olá,
Seguindo o projeto de apresentação do Instituto da Sociedade Brasileira
de Psicanálise de Ribeirão Preto, planejamos para hoje um post sobre a AMFIP
que é a Associação dos Membros Filiados do Instituto de Psicanálise de Ribeirão
Preto. Os membros filiados do Instituto são aqueles que estão em formação, são
os alunos do Instituto que estão desenvolvendo as atividades didáticas,
frequentando os seminários teóricos, clínicos, fazendo supervisões,
apresentando relatórios e trabalhos. O período da formação é bastante intenso
em leituras, discussão e reflexões exigindo um alto investimento pessoal e
profissional dos membros filiados, durante tal período a Associação pode
funcionar como um espaço de encontro e interlocução entre pares, entre aqueles
que estão compartilhando a intensidade de todas estas vivências.
A psicóloga
e psicanalista Ana Cláudia Gonçalves Ribeiro de Almeida atual Diretora
Secretaria da Sociedade Brasileira de Psicanálise fez parte do grupo que fundou
a AMFIP em Ribeirão Preto e compôs o seu primeiro conselho diretor, hoje nos
conta um pouco desta história “A AMFIP foi fundada em Ribeirão
Preto em 2005, ainda com o nome de ACIRP (Associação dos Candidatos do
Instituto da SBPRP). À época nossa Sociedade pleiteava ser reconhecida como
Sociedade Plena pela IPA e buscava cumprir vários requisitos deste processo, a
constituição da Associação dos Candidatos era mais um deles. Porém, penso que
esta exigência da IPA cumprida por nossa Sociedade, mais do que uma
formalidade, expressa o valor dado por nossas instituições ao
diálogo e interlocução entre suas várias instâncias, inclusive entre os
psicanalistas já formados e aqueles em processo de formação, expressa a busca
por uma vida institucional madura e de respeito entre seus membros. De lá pra
cá penso que nossa instituição tem procurado amadurecer tal relação, o caminho
está sendo construído por todos nós e continua
em evolução.
Assim
como um tecelão compõe com diversos fios, nossa instituição está se
constituindo na trama também de diversos fios, a formação psicanalítica e
os diversos sujeitos e dimensões nela envolvidos. Mas entrelaçado neste
processo ainda há mais um fio que eventualmente se evidencia, a
interface com arte e cultura compondo também nossa formação e
instituição. Este fio sempre foi
presente ao longo da história da AMFIP em nossa cidade,já que
o primeiro evento promovido teve como tema a Obra de Chico Buarque
comentada pelo Psicanalista Roosevelte
Cassorla em Dez/2005 e no ano seguinte ninguém menos que o próprio Raul Hartke esteve no segundo evento da
AMFIP falando sobre a obra Guernica de Picasso.
Em Março Raul Hartke volta a nossa cidade e
não por acaso o fio da música novamente
se apresenta nos ajudando a encontrar os “Em
Cantos da Mente”.
“Psicanálise
e Música: Em cantos da Mente”, como disse tão bem a Sra. Ana Cláudia será o tema do próximo evento a
ser realizado pela AMFIP em parceria com a SBPRP e a Faculdade de Música da
USP, no próximo dia 16 de Março de 2013, em Ribeirão Preto.
Se você se
interessou pelo evento, clique AQUI e faça sua inscrição!
quinta-feira, 7 de março de 2013
06:46
No comments
Por Cristiane
Sampaio
Mtb. 61.431
Olá,
Felizmente foram
tantas atividades na SBPRP, que somente hoje conseguimos dar continuidade a
nossa série de entrevistas com os palestrantes do Pré- Congresso, evento a ser
realizado em Ribeirão Preto no dia 13 de Abril de 2013 com o tema “Ser
contemporâneo: Medo e Paixão”. Hoje, quem gentilmente aceitou ter um
bate-papo conosco foi a Analista Didata e docente na SBPSP, Marion Minerbo.
Ele deve abordar a temática “Ser e o Sofrer, hoje” durante o evento.
Acompanhe, foi uma conversa instigante e enriquecedora!
SBPRP: Como a senhora pretende abordar o tema central do evento “Ser contemporâneo: Medo e Paixão”?
Marion: “Pretendo começar
comparando dois momentos da civilização ocidental, modernidade e
pós-modernidade, mostrando como em cada época há uma forma mais comum de ser, e
também uma forma de sofrer que já vem, por assim dizer, “embutida” nela – como
num pacote. Cada época tem suas vantagens com relação a outras, mas também suas
desvantagens, ou seja, há paixão e há medo. Em seguida vou me concentrar nas
“desvantagens” de ser contemporâneo e nas formas de sofrimento que isso gera.
Acredito que será de interesse entender qual a relação entre sintomas tão
diferentes como a compulsão a comprar, o tedio que leva tantas pessoas a
procurarem algum “antídoto”, ou a violência aparentemente gratuita, e o mundo
contemporâneo”.
S: Já o tema escolhido pela senhora foi “Ser e o Sofrer, hoje”.
O ser humano mudou? Sua forma de sofrimento mudou?
M: “O que
muda no ser humano é sua forma de ler e de interpretar a realidade, e de reagir
a essa leitura. Ou seja, ele muda naquilo que depende dos sistemas simbólicos, isto
é, das instituições, da linguagem, da cultura em nível macro e micro (como a
família) no seio da qual ele se constitui. Quando as instituições estão em
crise, como hoje, aumenta a dificuldade de dar sentido aos fatos da vida, de
criar e ir atrás de um projeto de vida. As pessoas ficam à deriva, perdidas”.
S: Por meio de um olhar psicanalítico, conseguimos ter alguma ideia
sobre as futuras evoluções dessas mudanças?
M: “A
Psicanálise precisaria se aliar à História, Sociologia e Antropologia para
entender melhor essas evoluções. Mas eu arriscaria dizer que as culturas oscilam
entre momentos em que as instituições estão mais fortalecidas, e momentos em
que estão em crise. Em algum momento, a crise atual vai dar lugar a novas
formas instituídas, elas vão se fortalecer, depois vão se enrijecer, depois vão
caducar e “morrer”, isto é, se desnaturar, ficar desacreditadas e entrar em
crise novamente. Mas não sei dizer quanto tempo esse ciclo pode durar”.
E aí gostou? Tenho certeza que sim. Então aproveite, pois
até dia 15/03 as inscrições ainda estarão com preço promocional. Não
perca tempo, clique AQUI e se inscreva!
----------------------------------------------------------------------------
#Saiba mais sobre a palestrante
Marion Minerbo - Analista didata e docente da SBPSP. Doutora
pela UNIFESP. Autora de dezenas de artigos em revistas nacionais e
internacionais, e dos livros “Neurose e Não Neurose”, e de “Transferência e
Contratransferência”, ambos pela Casa do Psicólogo.
sábado, 2 de março de 2013
08:38
No comments
![]() |
| ''O grito'', de Edvard Munch. |
Em nossas publicações
anteriores, refletimos sobre questões relativas à contemporaneidade, ao
sofrimento psíquico, aos mitos, todos vinculados ao tema de nosso Evento Preparatório para o Congresso Brasileiro de Psicanálise Ser contemporâneo: medo e
paixão.
Mas então, e o medo?
Sentimento tão conhecido por todos nós,
intrínseco a condição humana, que nos paralisa, mas por vezes nos protege. Medos
vindos de fora, vividos na noite escura e medos vindos de dentro, dos escuros
de nossa mente.
Existem medos universais, atemporais, como o
medo da morte, que nos une enquanto seres humanos. Em contrapartida, vemos os
medos datados, os medos existentes em cada cultura, medos passados de
gerações a gerações. Medos presentes e medos futuros.
Infinitos medos. Poderíamos pensar em
uma raiz única para o medo?
A psicanálise vem em nosso auxílio nos falar
do medo enquanto reação ao desamparo primordial:
“Mas, então, o que é que começa quando a
criança vem ao mundo? O que é isso senão a vida? O que começa é
o medo. O medo e a criança nascem juntos. E nunca se deixarão”.
Medos. Antigos espaços de nossas mentes,
restaurados, revisitados, releituras contemporâneas do medo.
Marilena Chauí em seu texto "Sobre o
medo" (1987), nos diz:
Temos medo da culpa e do castigo, do perigo e
da covardia, do que fizemos e do que deixamos de fazer, dos medrosos e dos sem-medo,
das alamedas e dos becos onde “até a canção medrosa / se parte,
se transe e cale-se” (apud, Drummond de Andrade).
Ao nos aproximarmos mais verdadeiramente
de nossos medos e de nossas paixões, nos aproximamos mais de nós mesmos. Essa
é a grande paixão da psicanálise: a busca da verdade. Nunca uma verdade
única, mas a verdade de cada um, a verdade que nos desvela e que
nos torna únicos.
Cristiana Del
Guerra Prota Crippa
Membro filiado da SBPRP
Gostou do tema? Clique AQUI e se inscreva para
o evento!
Assinar:
Postagens (Atom)
Popular Posts
-
Por Dayane Malta MTB – 61585/SP Boa noite pessoal! Nesta semana nós iremos fazer um passeio por Ribeirão Preto , a cidade que será sed...
-
Por Cristiane Sampaio Mtb. 61.431 Olá, Como prometido, voltamos hoje aqui no blog para contar a vocês um pouco mais sobre a ci...
-
Por Cristiane Sampaio MTB: 61431 Boa noite, pessoal! Pois bem, se gostaram da história de Freud, vão gostar do que vamos postar hoje. C...
-
Realidade e Ficções Por Cristiane Sampaio Mtb. 61.431 Vocês já viram o que vem por aí, então fica a dica para quem ainda não...
-
Por Cristiane Sampaio Mtb.61.431 Boa noite, pessoal! Hoje, levantamos aqui um tema polêmico: quais os LIMITES quando avós precisam c...
-
Por Cristiane Sampaio Bom dia, pessoal! Hoje, trouxemos como tema a “Psicanálise e a Comunidade” , que também será um tema abordado no X...
-
Por Cristiane Sampaio Mtb. 41. 631 Olá, Hoje trouxemos o depoimento de uma das palestrantes da tão aguardada Jornada: O ...
-
Cinema & Psicanálise Ribeirão Preto apresenta: O LIVRO DE CABECEIRA (Petter Greenaway) 19 de Novembro, sábado, às 14h30 Co...
-
A Comissão do Cinema e Psicanálise de Ribeirão Preto fez uma lista (e tanto!) de filmes para assistir em 2017. São eles: 1. Psicose (Psyc...
-
Por Cristiane Sampaio Mtb- 61.431 Segundo matéria publicada no site IG , ‘receber críticas não é agradável, mas aprender com elas é funda...











