terça-feira, 22 de janeiro de 2013

“Neste post vamos bater um papo com a  Diretora Científica da SBPRP sobre a importância deste setor para nossa instituição”

Por Cristiane Sampaio
Mtb. 61.431


Olá,

Hoje o Blog da SBPRP traz mais uma entrevista enriquecedora aos nossos ávidos leitores. Como estamos começando o ano, resolvemos postar este bate-papo com Lia Fátima Christóvão Falsarella, nossa Diretora Científica, sobre o que consiste e como é realizado o trabalho desta Diretoria, que é essencial para o desenvolvimento da Sociedade. Essa entrevista serve também como orientação e informação aos nossos próximos membros. Se liguem!

SBPRP: Lia, no que consiste e qual a importância do trabalho que é desenvolvido na Diretoria Científica?

Lia: “Esta questão é estimulante porque me coloca descobrindo uma resposta por esse vértice e vou me dando conta de ser um belo desafio.


Considero que a função da DC tem seu eixo nas Reuniões Científicas. Nestas reuniões, nas quais participam todos os membros da Sociedade, são apresentados os trabalhos para discussão. Toda produção científica dos membros da Sociedade conta com esse espaço para publicação e debate com seus pares; em conjunto  com outros  foros como congressos, simpósios, além de todas as atividades reunidas nos diversos setores da DC, filtram avanços conceituais  ao mesmo tempo que mantêm acesa a disposição investigativa tão essencial a uma ciência jovem como a Psicanálise.

O organograma atual da DC inclui além das Reuniões Científicas; toda a área de Publicações (Boletim e Revista Berggasse); o Departamento de Cultura e Comunidade; os Eventos Científicos e os Grupos de Estudo. É um vasto campo e cada uma dessas áreas mereceria uma conversa à parte.

Encontra-se em andamento o projeto de tornarmos o departamento de Cultura e Comunidade em uma nova Diretoria. Para se ter uma idéia, dentro desse departamento encontramos: Cinema e Psicanálise, Espaço Cultural, as Supervisões e Consultorias, os projetos Semeando e Clinicando, Espaço Educação e o SAP. Atividades voltadas para uma interação com a comunidade”.

S: Qual a função deste setor dentro da Sociedade?

L:Partimos do princípio que conhecimento é busca continua e inacabada. Portanto, o saber psicanalítico se coaduna muito mais com a idéia de movimento.


Se tomarmos uma árvore representando a Sociedade de Psicanálise, talvez pudéssemos dizer que seus frutos, razão de sua existência e continuidade, correspondem ao Instituto de Psicanálise (para formação de novos analistas). Nessa mesma analogia, a Diretoria Científica teria sua representação na seiva desta árvore que, circulando, veiculando conhecimento e trocas, a nutre e fortalece, a vivifica.

A metáfora da seiva ainda nos oferece outra imagem, qual seja, a de movimento constante, intercâmbio, quer voltado para dentro entre seus pares, como mencionei a respeito das Reuniões Científicas, quer voltado para fora através dos Eventos Científicos e todas as atividades em interação com a comunidade”.

S: Hoje, a Diretoria Científica é composta por quantas pessoas? Quais as funções de cada uma delas?

L: “Coerente com o que venho dizendo e considerando a dinâmica da Diretoria Científica seria mais apropriado dizer que todos os membros da Sociedade fazem parte dela. Porém, num sentido mais estrito, posso citar por alto seu amplo organograma.

Cada Setor conta, geralmente, com um coordenador e uma equipe permanentes.Porém, dependendo, como no caso dos Eventos, esse coordenador e equipe são flutuantes.

Posso mencionar aqueles setores que já contam com seus coordenadores, outros estão em processo de mudança, nessa atual gestão da Sociedade. Assim temos: Eventos Científicos – com uma comissão fixa composta pelos colegas: Alessandra Stöcche (representante dos membros filiados), Alexandre Mello, Fernanda Passalacqua, Mª Auxiliadora Santos, Mª Aparecida Pelissari e Sandra Caseiro. Além desta comissão que, geralmente, assume a coordenação dos Eventos Científicos, para cada evento constitui-se uma comissão própria. Deste grupo também saem os coordenadores das Reuniões Científicas, além de constituir-se num grupo de trabalho permanente dentro da DC. Enfim, trabalhamos em equipe.

Os Grupos de Estudo – que são, atualmente, num total de 13 grupos, cada qual com um ou mais coordenadores. Não vou citá-los, pois só isso tomaria um bom espaço, além de que, também merecem uma atenção à parte.

O Departamento de Publicações – inclui Boletim e Revista Bergasse que, no momento, se encontram em processo de mudança de editoria. É outra área de suma importância para a vida científica da Sociedade. Lembrando que a existência de algo se consolida na sua publicação.

O Departamento de Cultura e Comunidade – com a coordenação de Alexandre Mello, se divide em três setores, que, como já mencionei, também mereceria mais atenção em outra oportunidade, tem: Mônica Bitar, Regina Mingorance, Débora Mellem, Cláudia Bianchi nas Atividades de Assistência e Educação; Patrícia Tittoto nas Atividades de Consultoria e Supervisão e Paulo Ribeiro nas Atividades Culturais.

Não cabe nesse espaço estender-me mais. Porém, fica a sugestão de outras abordagens que se dirijam aos setores e departamentos que aqui apenas puderam ser mencionados, mas que constituem a vida científica da SBPRP”.

Obrigada Lia, por nos fornecer tantas informações neste breve bate-papo. Esperamos que esta entrevista também tenha lhes servido como orientação e referência neste começo de ano.

Em breve teremos mais novidades da SBPRP aqui no Blog. Fiquem atentos aos nossos posts!

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