quinta-feira, 31 de março de 2016



TERÇAS NA SOCIEDADE

VIOLÊNCIA e CORRUPÇÃO

Como psicanalista, quando comecei a pensar sobre o tema VIOLÊNCIA e CORRUPÇÃO, tão em voga atualmente em função do nosso momento político-econômico, ocorreu-me conversarmos sobre emoções violentas na clínica psicanalítica e seus desdobramentos, sendo a corrupção, um dos mais graves possíveis. A partir deste vértice, meu escopo focará emoções e pensamentos presentes na relação analítica, às evasões destes e o manejo técnico de algumas manifestações clínicas de emoções violentas na sessão de análise. Obviamente, tais conjecturas sobre o psiquismo individual podem evocar correlações com as questões grupais que temos observado na sociedade brasileira e mundial; ficaremos livres para fazermos eventuais associações político-sociológicas.
Examinaremos Violência como fruto do extravasamento da emoção; aliás, podemos pensar o extravasamento como um ‘extra-vasa-a-mente’: quando a mente da pessoa não consegue mais minimamente processar suas emoções e precisa descarregar a vivência emocional. Descargas motoras, seja a nível verbal (gritos, por ex.) ou físico (socos, sexo, etc.) são um caminho eficiente para livrar o psiquismo do acréscimo de estímulos que o mesmo não consegue elaborar.
Estudaremos Corrupção, como uma falta de consideração e respeito pela Verdade e pela Vida. Aliás, bem antes de corrupção designar o suborno de favores por representantes do poder público, é um termo que veio do latim corruptio, que tem o sentido de deterioração. Portanto, corrompido é aquilo que se tornou podre, que se deixou estragar, perverter, decompor física ou moralmente; é aquilo que sofreu adulteração de suas características originais a ponto de tornar-se outra coisa, diferente da original.
Entretanto, como Caetano Veloso diz na canção Vaca Profana: “De perto, ninguém é normal”, acreditamos que todos temos aspectos violentos e corruptos em nossa personalidade. Quem puder se identificar com o outro, incluso o(s) outro(s) que nos habita(m), não necessitará extravasar ou corromper o que sente/sofre, possibilitando o pensamento ético, ou seja, aquele que leva em consideração os interesses alheios favorecendo um viver justo no qual o reconhecimento mútuo e a alteridade permitem solicitude e respeito.
E assim vamos evoluindo...

Paulo de M. M. Ribeiro - Analista Didata  do Instituto de Psicanálise da SBPRP

terça-feira, 29 de março de 2016

Exposição de Arte "Expressões e Arte Digital" com o artista Marcelo Tomaz
(ao longo de todo o evento).

Conheça mais sobre Marcelo:





Espaço Cultural IV Bienal - Programação:

1-Exposição de Arte "Expressões e Arte Digital" com os artistas 

Dresler Horchschutz e Marcelo Tomaz (ao longo de todo o evento).

2- Exposição de Objetos antigos "Tecnologia e Memórias Afetivas" 

(ao longo de todo o evento).

3- Lançamento do Livro  "Repátria" de Francesca Cricelli , no 

sábado 21 de maio de 2016, às 10hs durante o coffe break.

4- Sugestões de programas culturais na cidade e região:

- Galeria Figueiredo Ferraz - visita monitorada na sexta e sábado 

dias 20 e 21 de maio das 14-18hs (recomenda-se entrada até às 17hs 

para melhor aproveitamento) 

Endereço: R. Maestro Inácio Stábile, 200 - Alto da Boa Vista, Ribeirão 

Telefone:(16) 3623-2261

- Museu Casa de Portinari em Brodowski - SP

     » Praça Candido Portinari, nº 298 – Centro -  Brodowski (SP)

        Tel. (16) 3664.4284


     Horário de funcionamento de Terça a Domingo, das 9-18h

quarta-feira, 23 de março de 2016



A IV Bienal/2016 “Psicanálise e Tecnologia. Diálogos possíveis” lançará um olhar reflexivo ao mundo tecnológico, aos ambientes digitais, nos quais estamos inseridos. Pelas incomensuráveis possibilidades de informação e comunicação que a tecnologia nos proporciona, e pelo impacto que isto nos provoca, nos sentimos estimulados a desenvolver fecundos diálogos entre as múltiplas áreas do conhecimento. Por isso, profissionais de reconhecida competência da Psicanálise, Filosofia, Sociologia, Comunicação, Tecnologia, Educação, Literatura, Fotografia, Artes Plásticas e Teatro, estarão interagindo conosco, em processo de participação e integração de ideias, caracterizando, deste modo, o próprio sentido de interdependência e multidisciplinaridade do mundo contemporâneo. O Prof. Dr. Norval Baitello Junior, grande pensador da área da Comunicação, e a psicanalista Dra. Anette Blaya Luz estarão abrindo estes diálogos tratando dos “Ambientes digitais e imagens”, completando com a sempre inquietante questão “presença ou abstração?”
Conheça um pouco mais sobre os palestrantes:


Norval Baitello Junior
Fonte: Currículo Lattes

Concluiu o doutorado em Comunicação na Freie Universität Berlin em 1987. Atualmente é Professor Titular na Pós-Graduação em Comunicação e Semiótica da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Foi diretor da Faculdade de Comunicação e Filosofia da PUC-SP, tendo criado os cursos de Comunicação e Artes do Corpo e Comunicação em Multimeios. Foi Professor convidado das Universidades de Viena, Sevilha, S. Petersburg, Autónoma de Barcelona e Évora. Autor de vários livros. Desde 2007 é Coordenador da área de Comunicação e Ciências da Informação (CHS II) da FAPESP. Recebeu o Prêmio “Maturidade Acadêmica” da INTERCOM 2015. (fonte currículo Lattes).

Anette Blaya Luz

É médica, psiquiatra, psicanalista didata da Sociedade Psicanalítica de Porto Alegre, Brasil, da qual é presidente. Foi Editora da Revista de Psicanálise da SPPA e Diretora Científica da Federação Brasileira de Psicanálise de 2009 a 2012. Viu um dos seus textos sobre o tratamento psicanalítico de pacientes borderline publicado no L’Année Psychanalytique Internationale de 2010 e no ano seguinte no Livro Anual de Psicanálise, ambos editados pelo International Journal of Psycho-Analysis, e que reúne os artigos de maior relevo a nível mundial do ano. É integrante da única chapa para o Conselho Diretor da Febrapsi biênio 2015/2017 como Secretária Diretora.


sexta-feira, 18 de março de 2016


Cursos:
As inscrições para cada curso, opcional e por adesão, terão o custo único de R$ 60,00 para Estudantes e R$ 80,00 para as demais categorias.

Curso A: A experiência do tempo à luz da fotografia contemporânea – Feco Hamburger

Curso B: Ampliações do Mito de Édipo – Dr. Júlio César Conte

Observação:

- As inscrições pela internet ocorrerão até o dia 12/05/2016. Após esta data, se ainda houver vagas, informaremos oportunamente como proceder para a realização de inscrições.

quinta-feira, 17 de março de 2016


terça-feira, 15 de março de 2016

O show de Truman: o show da vida (Peter Weir) no dia 18 de março/ sexta-feira às 19h30
comentários de Dra Suad Haddad de Andrade (analista didata da SBPRP)
local: Anfiteatro da Unidade de Emergência (UE) da FMRP-USP
Rua Bernardino de Campos, 1000 Ribeirão Preto

Valor da Inscrição: R$ 10,00




"Casado, com bom emprego, Truman leva uma vida tranquila até que alguns acontecimentos passam a intrigá-lo.
Mas é um olhar, o lindo olhar de uma jovem que muda tudo:ele passa a se mobilizar para saber mais sobre sua vida, a cidade onde mora, e as pessoas com quem se relaciona. Descobre , então, que sua vida não passa de um show, onde éle é, sem saber, a figura central. Usado, desde criança ou  desde o nascimento, conseguirá agora se libertar?"



Dra Suad Andrade ( Analista didata da SBPRP).

sexta-feira, 11 de março de 2016


Abertura da IV Bienal Psicanálise e Tecnologia terá a apresentação da Orquestra Acadêmica Jovem "ALMA", que ocorrerá no Theatro Pedro II.  

Dia 19/05 às 20h:00min.




APRESENTAÇÃO:
A Academia Livre de Música e Artes – ALMA é uma associação privada sem fins lucrativos, de Ribeirão Preto/SP, Brasil, criada em agosto de 2014, no intuito de proporcionar a crianças e adolescentes iniciados em artes, especialmente em música, a possibilidade de aperfeiçoamento técnico, artístico e expressivo (considerados num todo indissociável), com vistas na valorização de um ensino de excelência que leva em conta, necessariamente, a essência multifacetária da música, principalmente na relação desta com as outras expressões artísticas.

O próprio nome do projeto denota suas pretensões: "academia”, pois visa o ensino organizado e com uma epistemologia definida; "livre", pois não é conservador, é plural, o que não entra, na concepção educacional adotada, em conflito com a ideia de academia. E "de música e artes", pois se reconhece a natureza líquida da música, que dentre as artes, é a que melhor se associa às outras expressões artísticas, tais como o teatro, a pintura a dança e a poesia.

Embora uma escola de música, as outras artes vêm no amparo da criação de espetáculos de conteúdo variado, especialmente abrangentes, como óperas, mini-óperas, operetas e outros gêneros modernos de musicais. A ALMA conta, para realização de suas pretensões, com compositores e arranjadores residentes que garantem uma produção artístico-pedagógica conectada com o mundo hodierno.

Assim sendo, o papel da ALMA se consubstancia numa polivalência necessária para o cumprimento de suas vocações: enquanto escola de música e artes, coloca-se como um meio para que crianças e adolescentes de quaisquer origens sociais possam, uma vez iniciados e com bases artísticas fundamentadas, se aperfeiçoarem no sentido do acesso às melhores universidades e orquestras/coros nacionais ou internacionais. Neste sentido, a Academia tem a função de preencher uma lacuna estrutural visível e nunca preenchida, tanto em âmbito local quanto regional (quase poderíamos dizer que o problema é nacional também). Pensada assim, ela é um meio.

No entanto, sua polivalência se mostra quando, a partir da própria filosofia da educação musical adotada como base de seu plano pedagógico, a produção artística de alto nível também é um fim, cujo objetivo só é alcançado a partir da existência de corpos estáveis. Isso garante que a ALMA tenha uma única finalidade, malgrado os muitos caminhos para atingi-los: a experiência artística total, em sua multiplicidade e diversidade. Por isso, a valorização da criação original de pequenas óperas: a experiência com a theoria, praxis e poiesis é radical, e o trabalho de todos os alunos convergem.

Em sua segunda etapa, iniciada em 2015, as outras artes entraram em cena para o cumprimento do objetivo final, justamente a experiência artística mais completa, onde a dança, o desenho de figurino e cenário, as artes da interpretação e da dramaturgia podem complementar a experiência no sentido de produções de grande porte, com o uso concomitante dos principais corpos estáveis, cuja completude artística proporcionará, sem dúvida, vivências artísticas indeléveis aos alunos e aos espectadores.  

CORPOS ESTÁVEIS:
1) Orquestra Acadêmica Jovem
A Orquestra Acadêmica Jovem foi, desde a formação do plano artístico e pedagógico inicial, uma peça considerada fundamental para o funcionamento da ALMA. Assim sendo, a jovem orquestra foi concebida como um espaço de trocas sociais e artísticas, para onde poderiam confluir todo o ensino das aulas individuais de instrumento, proporcionando aos alunos a possibilidade de interagir com suas artes individuais em um espaço coletivo de produção artística.

Os ensaios da orquestra são pensados como aulas de música, onde não só o regente, mas os professores participam de forma programada. No intuito de elevar o nível técnico dos alunos às suas máximas potencialidades, é comum que os professores toquem juntamente com os alunos, transformando a experiência artística em algo ainda mais produtivo.

A orquestra possui uma estrutura onde a o corpo de professores e regentes formam uma espécie de comissão artístico-pedagógica, sempre em diálogo com um diretor artístico independente. Assim sendo, todas as decisões passam pelo crivo de uma análise realizada individualmente com cada aluno da ALMA.

Todo o repertório é primeiramente praticado nas aulas individuais, passando depois aos ensaios de naipe, e culminando com os ensaios de orquestra; estas aulas-ensaio são a melhor oportunidade de interação artístico-social, onde a oportunidade de se transmitirem valores que localizam o papel do artista na sociedade podem vir à tona, sendo a orquestra, neste caso, uma metáfora muito abrangente da vida real.

2) ALMA Cello Ensemble (Orquestra de Violoncellos)
O Alma Cello Ensemble surgiu como um dos grupos fixos da ALMA. Logo que os testes para as vagas de violoncello foram realizados em agosto de 2014, verificou-se que a surpreendente quantidade de candidatos de bom nível técnico poderia proporcionar a formação de um ensemble, idealizado pelo professor de violoncello residente da academia. O grupo de câmara passou rapidamente a ser capaz de organizar concertos, encomendar obras originais e cumprir a missão da divulgação do repertório brasileiro de concerto. O ensemble é formado por 12 jovens violoncelistas, entre 12 e 20 anos de idade, pertencentes a academia.

3) Coro Jovem Acadêmico
De todas as tradições de ensino de música no Brasil a mais duradora e presente é a prática de ensino coral. O projeto do canto orfeônico do compositor Heitor Villa-Lobos nos anos do governo de Getúlio Vargas previa, entre inúmeras outras coisas, que o canto coral, por ser a mais democrática e menos onerosa prática musical – não é preciso comprar um instrumento, basta ter a voz – deveria ser obrigatória em todas as escolas e para todas as faixas etárias no Brasil. Apesar do projeto ter acabado há muitos anos, a prática coral é uma constante ainda hoje. São inúmeros coros amadores, escolares, profissionais ou institucionais.

Inserido nesse espírito, o Coro Acadêmico ALMA é o único corpo estável aberto para todos os alunos matriculados em todos os instrumentos na academia. A outra parte dos alunos do coro é composta por aqueles que, mesmo não tendo passado nos testes para instrumento, demonstraram aptidão para o canto, e foram convidados pelas bancas avaliadoras para fazer parte do coro como forma de aperfeiçoar as suas habilidades e, quem sabe, tentar posteriormente uma vaga nos instrumentos.

Nem por isso, o coro é de menor excelência; as 21 vozes infanto-juvenis já executaram peças renascentistas, composições originais do século XXI, participaram de minióperas, além de terem se dedicado à difusão da música para coro infanto-juvenil popular brasileira.

4) Mais recentemente, foram criadas as orquestras de câmara de contrabaixo acústico e de instrumentos de sopro. Mas ainda estão em fase de amadurecimento da proposta, o que requer mais alguns meses para o entendimento da proposta.

EQUIPE GESTORA:
Dulce Neves – Coordenadora geral
Lucas Galon – Coordenador artístico-pedagógico
Luciana Rodrigues – Coordenadora administrativa
Letícia Adriazola – Assistente de coordenação
Meire Teixeira – Assistente de coordenação
Guilherme Gusmão Martins Rosa – Inspetor

PROFESSORES:
O ensino da música se dá por meio de aulas individuais com mestres cuja formação e atuação artístico-pedagógica é reconhecida, tanto no ensino do instrumento/canto quanto nas disciplinas teóricas.

Violino – Ricardo Palmezano / Sara Cesca
Violino (apoio) – Reginaldo Nascimento / Guilherme de Carvalho Pereira
Viola – Guilherme de Carvalho Pereira
Violoncello – Ladson Bruno Mendes
Contrabaixo acústico – Danilo Paziani
Contrabaixo acústico e Violoncello (apoio) – Lincoln Reuel Mendes
Flauta – Sergio Cerri
Clarinete – Igor Picchi Toledo
Canto – Snizhana Drahan
Coral e apreciação musical – Lucas Galon
Prática de orquestra – Reginaldo Nascimento
Assistente de prática de orquestra – Lincoln Reuel Mendes
Teoria musical – Armando Fernandes Bugalho Filho
Piano – Gladys Pádua
Percussão - Luiz Fernando Teixeira Junior

O ensino das artes dramáticas sustenta-se na perspectiva de que o exercício da interpretação é uma necessidade humana fundamental, requerendo rigor e constância no aprimoramento artístico. As aulas são coletivas e voltadas para adolescentes entre 13 e 18 anos.

Coordenador do núcleo de artes dramáticas: José Maurício Cagno
Professor de artes dramáticas: Joubert Oliveira

O ensino de dança está circunscrito, neste primeiro momento, ao segmento das danças urbanas em seus múltiplos estilos, de forma a construir possibilidades de intersecção deste segmento com as outras manifestações artísticas da academia.
  
Coordenador e professor do núcleo de dança: Alexandre Miranda de oliveira (Snoop)

CONQUISTAS:
Desde sua criação em agosto de 2014, até a presente data:

·         02/12/14 – Realização do Concerto ALMA de Natal, com participação do oboísta italiano Arnaldo De Felice, em conjunto com a Orquestra Acadêmica Jovem, o ALMA Cello Ensemble e o Coro Jovem Acadêmico, no Theatro Pedro II, de Ribeirão Preto/SP, Brasil.
·         03/12/14 – Realização do Concerto ALMA de Natal, com participação do oboísta italiano Arnaldo De Felice, em conjunto com a Orquestra Acadêmica Jovem, o ALMA Cello Ensemble e o Coro Jovem Acadêmico, na Igreja Matriz, de São Joaquim da Barra/SP, Brasil.  
·         21/12/14 – Realização da Opereta Popular de Natal (composição de Lucas Galon e libreto de Luiz Frazon), com participação da Orquestra Acadêmica Jovem e do Coro Jovem Acadêmico, em parceria com os alunos do Coro da Instituição Aparecido Savegnago, no Theatro Pedro II, de Ribeirão Preto/SP, Brasil.
·         16 a 23/02/15: Professores e membros da equipe gestora participaram da 4a. edição do Fiato Al Brasile, em Faenza, Itália, para formalização de convênio artístico-pedagógico com a Escola de Música Giuseppe Sarti.
·         10/06/13: Realização de Concerto entre Orquestra Acadêmica Jovem e USP Filarmônica para formalização do convênio artístico-pedagógico, com o Departamento de Música da Faculdade de Filosofia, Ciências e letras de Ribeirão Preto – FFCLRP/USP, no Theatro Pedro II, de Ribeirão Preto/SP, Brasil.
·         03/07/15: Realização do Concerto Beatles go Baroque, composto por Peter Breiner, com a Orquestra Acadêmica Jovem, tendo 4 professores como solistas, no Theatro Pedro II, de Ribeirão Preto/SP, Brasil.
·         08/10/15: Realização do Concerto Alma de Johann Sebastian Bach, tendo como convidado especial o pianista João Paulo Casarotti e a cantora Briannica Thompson (USA), no Theatro Pedro II, de Ribeirão Preto/SP, Brasil.
·         19/11/15: Realização do Concerto A voz através do tempo, com participação do dos Coros da Unesp de Franca e Jaboticabal, em conjunto com a Orquestra Acadêmica Jovem e o Coro Jovem Acadêmico, no Theatro Pedro II, de Ribeirão Preto/SP, Brasil.


A ALMA é realizada pelo ProAC – Programa de Ação Cultural (lei no. 12.268/06)
Secretaria de Estado da Cultura – Governo do Estado de São Paulo, via Renúncia Fiscal de ICMS.

PATROCINADORES:
Usina Alta Mogiana
A Usina Alta Mogiana possui capacidade instalada para a moagem de mais de 6.000.000 toneladas de cana, a produção de cerca de 10.500.000 sacas de açúcar, mais de 180.000.000 litros de etanol e energia cogerada de 144.200 Mwh. É, atualmente, a maior empregadora de São Joaquim da Barra e sua microrregião.

A empresa acredita que a cultura é energia para a vida. Por isso, contribui ativamente com o desenvolvimento da sociedade, por meio de parcerias que tornam a arte e a educação mais próxima dos cidadãos. A postura escolhida promove, na prática, a oportunidade do conhecimento através do acesso à cultura e as artes, enaltecendo a educação.

Santa Helena
A Santa Helena é a maior indústria do segmento de doces e confeitos à base de amendoim do Brasil, com 73 anos de história e está sediada em Ribeirão Preto (SP). Sua liderança de mercado deve-se, em parte, ao máximo zelo com a matéria-prima utilizada em sua produção.

A empresa detém o selo de qualidade Pró-Amendoim, da ABICAB (Associação Brasileira das Indústrias de Chocolate, Cacau, Amendoim, Balas e Derivados), que atesta a boa procedência, o excelente armazenamento e a qualidade de todos os produtos fabricados pela Santa Helena. As análises dos produtos são realizadas pela SGS do Brasil, empresa suíça de renome internacional, contratada pela ABICAB para emitir a certificação do Pró-Amendoim. 

A história de sucesso da Santa Helena é permeada por valores como perseverança e criatividade, com marcas como Paçoquita e Mendorato, que se firmaram como sinônimos de paçoca e amendoim tipo japonês no Brasil.


Defendendo uma maior interação entre as empresas e a sociedade, a Santa Helena, apoia projetos sociais, culturais e ambientais. São diversos incentivos realizados através de leis que fomentam a educação, a arte, saúde e o meio ambiente.

terça-feira, 8 de março de 2016

Fique atento!!
Termina no dia 15/03 o prazo para desconto na inscrição da Bienal!!!
Inscrições pelo site do evento.
Acesse o link: http://goo.gl/YuvHVq



quinta-feira, 3 de março de 2016




      O Cinema e Psicanálise está de volta! A proposta para esse primeiro semestre está em consonância com o tema da nossa IV Bienal: Psicanálise e tecnologia, diálogos possíveis. Os filmes escolhidos vão ao encontro dos efeitos do mundo digital no cotidiano das pessoas. São eles: O Show de Truman: O show da vida; Her; Medianeiras e Homens, Mulheres e Filhos. Cada filme a seu modo nos conduz a uma discussão dos prós e contras do universo digital.
         O cinema, considerado a Sétima Arte, é a forma mais expressiva de abordar essas questões. Em 1911, Ricciotto Canudo no Manifesto das Sete Artes, nos trouxe a ideia do cinema como arte “síntese”.  Segundo ele, o cinema tinha o poder de aproximar e integrar música, pintura, escultura, arquitetura, poesia e dança.  Sendo assim o cinema é a arte que concilia as manifestações estéticas em diferentes linguagens.
       O psicanalista, nesse contexto, nos empresta seu olhar posto em cada filme e nos oferece suas impressões extraídas das entrelinhas da obra. Através de sua sensibilidade ele capta além do que foi explicitamente ali representado, buscando as matrizes que dão o significado.

Alessandra Stocche

Membro Filiado da SBPRP

terça-feira, 1 de março de 2016



"Reflexões teórico-clínicas sobre a relação mãe-bebê em Winnicott"

Cigana com criança. Amedeo Modigliani (1919). Disponível em Wikimedia Commons.

          Winnicott, psicanalista inglês,  foi um autor que contribuiu de forma profunda e original para o pensamento psicanalítico. Iniciou sua vida profissional como pediatra,  e isso lhe deu a oportunidade de realizar atendimentos clínicos de bebês, crianças e pais. A partir dessa experiência, Winnicott se defrontou com os estágios mais primitivos do desenvolvimento emocional do bebê, fato que influenciou enormemente a criação da sua teoria do desenvolvimento e o seu modo de ver a natureza humana. Seus conceitos se referem ao crescimento emocional a partir da dependência absoluta rumo à independência, enfatizando a importância dos cuidados maternos (mãe suficientemente boa) com características e adaptações específicas para cada fase de desenvolvimento do bebê. Assim, Winnicott proclamou a impossibilidade de conceber um bebê independentemente dos cuidados maternos.
Sua teoria abarcou conceitos fundamentais do desenvolvimento emocional humano:  capacidade para a integração, fenômenos transicionais, desenvolvimento do self, capacidade de estar a sós, etc.  Essa experiência contribuiu enormemente para suas reflexões sobre os fenômenos transferenciais e contratransferenciais que fazem parte da clínica psicanalítica. A partir do conhecimento de que existe um setting promovido pele encontro mãe/bebê que favorece ou não o processo de maturação, é que pensaremos o setting psicanalítico  como um espaço de encontro entre terapeuta/paciente capaz de  favorecer ou não o desenvolvimento daqueles que nos procuram por estarem sofrendo.
Como seria esse enquadre (setting) que Winnicott nos propõe? Como sua teoria sobre “a mãe suficientemente boa” influenciou a teoria da técnica? O que precisamos conhecer de suas proposições teóricas para que nos tornemos terapeutas vivos e inteiros no atendimento de nossos pacientes?
            Esse primeiro encontro do Semeando é um convite para que, conhecendo um pouco de suas proposições teóricos-clínicas,  possamos transitar e recriar o nosso oficio de uma maneira livre e criativa em nossas clínicas.

Denise Lopes Rosado Antônio
Psiquiatra – Psicanalista- Membro Efetivo da SBPRP
Diretora Secretária do Instituto da SBPRP
 tel/fax:(16) 3636-2684
 cel: (16) 99723-5204

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