segunda-feira, 20 de junho de 2016

CINEMA E PSICANÁLISE RIBEIRÃO PRETO:



Filme: “Homens, Mulheres e Filhos”
Comentários da Sra. Ana Rita Nuti Pontes (Analista Didata da SBPRP).
Local: Instituto Figueiredo Ferraz, à Rua Maestro Ignácio Stábile, 200.
Data e hora: 25/06 (sábado) às 14:30h.
Os ingressos para essa sessão custam R$ 25,00 por pessoa

VAGAS LIMITADAS

Inscrições antecipadas na SBPRP (Rua Ércole Verri, 230 – Jd. Ana Maria – Ribeirão Preto – fone (16) 3623-7585.

Inscrições no local do filme a partir das 14h (caso ainda tenha vagas).

Leia o também os comentários de Ana Rita Nuti Pontes (analista didata da SBPRP):

Homens Mulheres e filhos

Homens mulheres e filhos é um filme de 2014 que toca em pontos que nos fazem identificar facilmente com as mazelas atuais em que a internet e toda parafernália tecnológica causam nas nossas vidas. Acabamos de nos debruçar sob estas questões na ultima Bienal de Psicanálise e Cultura em Maio passado.
O ponto central do filme é como a Internet, através de seus múltiplos meios, influencia a vida das pessoas. O Diretor do filme, o canadense Jason Reitman, o mesmo que fez June, mostra as experiências de um grupo de adolescentes -nativos da era digital - e de seus pais, envolvidos nesta nova forma de interação social. Adultos, adolescentes e crianças amam, sofrem, se relacionam e compartilham tudo, sempre conectados. A internet é onipresente e, nesta grande rede em que o mundo se transformou, as ideias de sociedade e interação social ganham um novo significado. O filme traz questões como a dificuldade na interação social e familiar, a sexualidade, a cultura do vídeo game, anorexia, a busca pela fama e a proliferação de material ilícito na internet.  É mostrado como cada personagem e cada relação é testada de acordo com os múltiplos caminhos que cada um escolhe. Porém, ninguém é imune a esta enorme mudança social através do celular, tablets e computadores.
         Qual a função da rede? Qual a função das relações virtuais? Este tipo de interação auxilia o indivíduo a aproximar-se de si e conhecer-se melhor ou pelo contrário, cria uma ilusão de proximidade e intimidade que se olharmos mais de perto funcionam como encapsulamentos autísticos?
São estas questões que o filme despertou em mim e espero por vocês para uma boa conversa.

Um cordial abraço,

Ana Rita Nuti Pontes (analista didata SBPRP)









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