sexta-feira, 6 de março de 2015

10 DE MARÇO às 20h - venha participar do Semeando!
Palestra de Ana Rita Nuti Pontes (analista didata da SBPRP).

O momento primordial: O código de barras e o leitor ótico na sala de análise
Ana Rita Nuti Pontes

Neste trabalho apresento uma experiência clínica vivida com um paciente, Candido, desde o primeiro contato e depois alguns fragmentos do processo analítico. A minha intenção é a de falar sobre a importância da captação e da percepção da analista de alguns aspectos do funcionamento mental do paciente e do analista desde o momento primordial, que refere-se ao primeiro contato da dupla desde o contato telefônico e que cria na mente do analista uma ideia, fundada na percepção e na comunicação inconsciente entre a dupla.
Esta comunicação preciosa fica impressa na mente do analista, como se desde o início, o paciente se apresentasse com um código de barras, que o leitor ótico do analista, vai decodificar depois. O inconsciente está sempre presente e, portanto se expressa continuamente. No entanto, as formas de apreendê-lo dependem da capacidade de quem está atento às suas manifestações. Tentarei através deste relato demonstrar como pude usar as fantasias que me surgiram desde o primeiro contato que tive com este paciente.

Referência
Pontes, A.R.N.; Torrano, L.M. (2010). Espaço vivo: a comunicação inconsciente interpsíquica (paciente/analista) segundo o modelo Bluetooth na psicanálise, Berggasse 19 - Revista da Sociedade Brasileira de Psicanálise de Ribeirão Preto – vol 1, n.1, 37-49.

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