sexta-feira, 11 de março de 2016


Abertura da IV Bienal Psicanálise e Tecnologia terá a apresentação da Orquestra Acadêmica Jovem "ALMA", que ocorrerá no Theatro Pedro II.  

Dia 19/05 às 20h:00min.




APRESENTAÇÃO:
A Academia Livre de Música e Artes – ALMA é uma associação privada sem fins lucrativos, de Ribeirão Preto/SP, Brasil, criada em agosto de 2014, no intuito de proporcionar a crianças e adolescentes iniciados em artes, especialmente em música, a possibilidade de aperfeiçoamento técnico, artístico e expressivo (considerados num todo indissociável), com vistas na valorização de um ensino de excelência que leva em conta, necessariamente, a essência multifacetária da música, principalmente na relação desta com as outras expressões artísticas.

O próprio nome do projeto denota suas pretensões: "academia”, pois visa o ensino organizado e com uma epistemologia definida; "livre", pois não é conservador, é plural, o que não entra, na concepção educacional adotada, em conflito com a ideia de academia. E "de música e artes", pois se reconhece a natureza líquida da música, que dentre as artes, é a que melhor se associa às outras expressões artísticas, tais como o teatro, a pintura a dança e a poesia.

Embora uma escola de música, as outras artes vêm no amparo da criação de espetáculos de conteúdo variado, especialmente abrangentes, como óperas, mini-óperas, operetas e outros gêneros modernos de musicais. A ALMA conta, para realização de suas pretensões, com compositores e arranjadores residentes que garantem uma produção artístico-pedagógica conectada com o mundo hodierno.

Assim sendo, o papel da ALMA se consubstancia numa polivalência necessária para o cumprimento de suas vocações: enquanto escola de música e artes, coloca-se como um meio para que crianças e adolescentes de quaisquer origens sociais possam, uma vez iniciados e com bases artísticas fundamentadas, se aperfeiçoarem no sentido do acesso às melhores universidades e orquestras/coros nacionais ou internacionais. Neste sentido, a Academia tem a função de preencher uma lacuna estrutural visível e nunca preenchida, tanto em âmbito local quanto regional (quase poderíamos dizer que o problema é nacional também). Pensada assim, ela é um meio.

No entanto, sua polivalência se mostra quando, a partir da própria filosofia da educação musical adotada como base de seu plano pedagógico, a produção artística de alto nível também é um fim, cujo objetivo só é alcançado a partir da existência de corpos estáveis. Isso garante que a ALMA tenha uma única finalidade, malgrado os muitos caminhos para atingi-los: a experiência artística total, em sua multiplicidade e diversidade. Por isso, a valorização da criação original de pequenas óperas: a experiência com a theoria, praxis e poiesis é radical, e o trabalho de todos os alunos convergem.

Em sua segunda etapa, iniciada em 2015, as outras artes entraram em cena para o cumprimento do objetivo final, justamente a experiência artística mais completa, onde a dança, o desenho de figurino e cenário, as artes da interpretação e da dramaturgia podem complementar a experiência no sentido de produções de grande porte, com o uso concomitante dos principais corpos estáveis, cuja completude artística proporcionará, sem dúvida, vivências artísticas indeléveis aos alunos e aos espectadores.  

CORPOS ESTÁVEIS:
1) Orquestra Acadêmica Jovem
A Orquestra Acadêmica Jovem foi, desde a formação do plano artístico e pedagógico inicial, uma peça considerada fundamental para o funcionamento da ALMA. Assim sendo, a jovem orquestra foi concebida como um espaço de trocas sociais e artísticas, para onde poderiam confluir todo o ensino das aulas individuais de instrumento, proporcionando aos alunos a possibilidade de interagir com suas artes individuais em um espaço coletivo de produção artística.

Os ensaios da orquestra são pensados como aulas de música, onde não só o regente, mas os professores participam de forma programada. No intuito de elevar o nível técnico dos alunos às suas máximas potencialidades, é comum que os professores toquem juntamente com os alunos, transformando a experiência artística em algo ainda mais produtivo.

A orquestra possui uma estrutura onde a o corpo de professores e regentes formam uma espécie de comissão artístico-pedagógica, sempre em diálogo com um diretor artístico independente. Assim sendo, todas as decisões passam pelo crivo de uma análise realizada individualmente com cada aluno da ALMA.

Todo o repertório é primeiramente praticado nas aulas individuais, passando depois aos ensaios de naipe, e culminando com os ensaios de orquestra; estas aulas-ensaio são a melhor oportunidade de interação artístico-social, onde a oportunidade de se transmitirem valores que localizam o papel do artista na sociedade podem vir à tona, sendo a orquestra, neste caso, uma metáfora muito abrangente da vida real.

2) ALMA Cello Ensemble (Orquestra de Violoncellos)
O Alma Cello Ensemble surgiu como um dos grupos fixos da ALMA. Logo que os testes para as vagas de violoncello foram realizados em agosto de 2014, verificou-se que a surpreendente quantidade de candidatos de bom nível técnico poderia proporcionar a formação de um ensemble, idealizado pelo professor de violoncello residente da academia. O grupo de câmara passou rapidamente a ser capaz de organizar concertos, encomendar obras originais e cumprir a missão da divulgação do repertório brasileiro de concerto. O ensemble é formado por 12 jovens violoncelistas, entre 12 e 20 anos de idade, pertencentes a academia.

3) Coro Jovem Acadêmico
De todas as tradições de ensino de música no Brasil a mais duradora e presente é a prática de ensino coral. O projeto do canto orfeônico do compositor Heitor Villa-Lobos nos anos do governo de Getúlio Vargas previa, entre inúmeras outras coisas, que o canto coral, por ser a mais democrática e menos onerosa prática musical – não é preciso comprar um instrumento, basta ter a voz – deveria ser obrigatória em todas as escolas e para todas as faixas etárias no Brasil. Apesar do projeto ter acabado há muitos anos, a prática coral é uma constante ainda hoje. São inúmeros coros amadores, escolares, profissionais ou institucionais.

Inserido nesse espírito, o Coro Acadêmico ALMA é o único corpo estável aberto para todos os alunos matriculados em todos os instrumentos na academia. A outra parte dos alunos do coro é composta por aqueles que, mesmo não tendo passado nos testes para instrumento, demonstraram aptidão para o canto, e foram convidados pelas bancas avaliadoras para fazer parte do coro como forma de aperfeiçoar as suas habilidades e, quem sabe, tentar posteriormente uma vaga nos instrumentos.

Nem por isso, o coro é de menor excelência; as 21 vozes infanto-juvenis já executaram peças renascentistas, composições originais do século XXI, participaram de minióperas, além de terem se dedicado à difusão da música para coro infanto-juvenil popular brasileira.

4) Mais recentemente, foram criadas as orquestras de câmara de contrabaixo acústico e de instrumentos de sopro. Mas ainda estão em fase de amadurecimento da proposta, o que requer mais alguns meses para o entendimento da proposta.

EQUIPE GESTORA:
Dulce Neves – Coordenadora geral
Lucas Galon – Coordenador artístico-pedagógico
Luciana Rodrigues – Coordenadora administrativa
Letícia Adriazola – Assistente de coordenação
Meire Teixeira – Assistente de coordenação
Guilherme Gusmão Martins Rosa – Inspetor

PROFESSORES:
O ensino da música se dá por meio de aulas individuais com mestres cuja formação e atuação artístico-pedagógica é reconhecida, tanto no ensino do instrumento/canto quanto nas disciplinas teóricas.

Violino – Ricardo Palmezano / Sara Cesca
Violino (apoio) – Reginaldo Nascimento / Guilherme de Carvalho Pereira
Viola – Guilherme de Carvalho Pereira
Violoncello – Ladson Bruno Mendes
Contrabaixo acústico – Danilo Paziani
Contrabaixo acústico e Violoncello (apoio) – Lincoln Reuel Mendes
Flauta – Sergio Cerri
Clarinete – Igor Picchi Toledo
Canto – Snizhana Drahan
Coral e apreciação musical – Lucas Galon
Prática de orquestra – Reginaldo Nascimento
Assistente de prática de orquestra – Lincoln Reuel Mendes
Teoria musical – Armando Fernandes Bugalho Filho
Piano – Gladys Pádua
Percussão - Luiz Fernando Teixeira Junior

O ensino das artes dramáticas sustenta-se na perspectiva de que o exercício da interpretação é uma necessidade humana fundamental, requerendo rigor e constância no aprimoramento artístico. As aulas são coletivas e voltadas para adolescentes entre 13 e 18 anos.

Coordenador do núcleo de artes dramáticas: José Maurício Cagno
Professor de artes dramáticas: Joubert Oliveira

O ensino de dança está circunscrito, neste primeiro momento, ao segmento das danças urbanas em seus múltiplos estilos, de forma a construir possibilidades de intersecção deste segmento com as outras manifestações artísticas da academia.
  
Coordenador e professor do núcleo de dança: Alexandre Miranda de oliveira (Snoop)

CONQUISTAS:
Desde sua criação em agosto de 2014, até a presente data:

·         02/12/14 – Realização do Concerto ALMA de Natal, com participação do oboísta italiano Arnaldo De Felice, em conjunto com a Orquestra Acadêmica Jovem, o ALMA Cello Ensemble e o Coro Jovem Acadêmico, no Theatro Pedro II, de Ribeirão Preto/SP, Brasil.
·         03/12/14 – Realização do Concerto ALMA de Natal, com participação do oboísta italiano Arnaldo De Felice, em conjunto com a Orquestra Acadêmica Jovem, o ALMA Cello Ensemble e o Coro Jovem Acadêmico, na Igreja Matriz, de São Joaquim da Barra/SP, Brasil.  
·         21/12/14 – Realização da Opereta Popular de Natal (composição de Lucas Galon e libreto de Luiz Frazon), com participação da Orquestra Acadêmica Jovem e do Coro Jovem Acadêmico, em parceria com os alunos do Coro da Instituição Aparecido Savegnago, no Theatro Pedro II, de Ribeirão Preto/SP, Brasil.
·         16 a 23/02/15: Professores e membros da equipe gestora participaram da 4a. edição do Fiato Al Brasile, em Faenza, Itália, para formalização de convênio artístico-pedagógico com a Escola de Música Giuseppe Sarti.
·         10/06/13: Realização de Concerto entre Orquestra Acadêmica Jovem e USP Filarmônica para formalização do convênio artístico-pedagógico, com o Departamento de Música da Faculdade de Filosofia, Ciências e letras de Ribeirão Preto – FFCLRP/USP, no Theatro Pedro II, de Ribeirão Preto/SP, Brasil.
·         03/07/15: Realização do Concerto Beatles go Baroque, composto por Peter Breiner, com a Orquestra Acadêmica Jovem, tendo 4 professores como solistas, no Theatro Pedro II, de Ribeirão Preto/SP, Brasil.
·         08/10/15: Realização do Concerto Alma de Johann Sebastian Bach, tendo como convidado especial o pianista João Paulo Casarotti e a cantora Briannica Thompson (USA), no Theatro Pedro II, de Ribeirão Preto/SP, Brasil.
·         19/11/15: Realização do Concerto A voz através do tempo, com participação do dos Coros da Unesp de Franca e Jaboticabal, em conjunto com a Orquestra Acadêmica Jovem e o Coro Jovem Acadêmico, no Theatro Pedro II, de Ribeirão Preto/SP, Brasil.


A ALMA é realizada pelo ProAC – Programa de Ação Cultural (lei no. 12.268/06)
Secretaria de Estado da Cultura – Governo do Estado de São Paulo, via Renúncia Fiscal de ICMS.

PATROCINADORES:
Usina Alta Mogiana
A Usina Alta Mogiana possui capacidade instalada para a moagem de mais de 6.000.000 toneladas de cana, a produção de cerca de 10.500.000 sacas de açúcar, mais de 180.000.000 litros de etanol e energia cogerada de 144.200 Mwh. É, atualmente, a maior empregadora de São Joaquim da Barra e sua microrregião.

A empresa acredita que a cultura é energia para a vida. Por isso, contribui ativamente com o desenvolvimento da sociedade, por meio de parcerias que tornam a arte e a educação mais próxima dos cidadãos. A postura escolhida promove, na prática, a oportunidade do conhecimento através do acesso à cultura e as artes, enaltecendo a educação.

Santa Helena
A Santa Helena é a maior indústria do segmento de doces e confeitos à base de amendoim do Brasil, com 73 anos de história e está sediada em Ribeirão Preto (SP). Sua liderança de mercado deve-se, em parte, ao máximo zelo com a matéria-prima utilizada em sua produção.

A empresa detém o selo de qualidade Pró-Amendoim, da ABICAB (Associação Brasileira das Indústrias de Chocolate, Cacau, Amendoim, Balas e Derivados), que atesta a boa procedência, o excelente armazenamento e a qualidade de todos os produtos fabricados pela Santa Helena. As análises dos produtos são realizadas pela SGS do Brasil, empresa suíça de renome internacional, contratada pela ABICAB para emitir a certificação do Pró-Amendoim. 

A história de sucesso da Santa Helena é permeada por valores como perseverança e criatividade, com marcas como Paçoquita e Mendorato, que se firmaram como sinônimos de paçoca e amendoim tipo japonês no Brasil.


Defendendo uma maior interação entre as empresas e a sociedade, a Santa Helena, apoia projetos sociais, culturais e ambientais. São diversos incentivos realizados através de leis que fomentam a educação, a arte, saúde e o meio ambiente.

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